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outubro 01, 2013

ESPECIAL: Dicas e Impressões Sobre Estocolmo

Se tem uma cidade que é de deixar você com o queixo caído e a auto-estima abalada, essa cidade é Estocolmo, na Suécia. Você pode não gostar de loiros e loiras, mas é inegável que a genética dos suecos tem um quê a mais. 



Já tendo passado pela Noruega e Dinamarca eu não esperava me espantar tanto com a aparência das pessoas, mas mesmo após cerca de 9 horas de trem, dominada pelo cansaço eu fiquei alguns segundos embasbacada no meio da estação central. Olhava à minha volta e não conseguia entender aonde eu estava e o que havia acontecido com a população. Das duas uma: ou havia uma convenção de gente linda na hora que eu cheguei, ou é uma beleza que eles realmente possuem.



Obviamente que em qualquer parte do mundo existem pessoas bonitas e outras nem tanto assim, mas na Suécia esse índice parece ser mais alto. Aliás, eles também são altos, magros e acima de tudo muito elegantes.

As mulheres suecas também me surpreenderam com um corpo mais curvilínio do que eu esperava e pernas firmes. Elas não são tão elegantes quanto os homens e costumam pecar no exagerado bronzeamento artificial, mas são muito bonitas (especialmente quando comparadas com as loiras europeias).

Barco também é lugar de happy hour concorrido.

MODA
Os homens suecos possuem - independente da classe social - os cabelos mais perfeitos, bem cortados e arrumados que já vi. É simplesmente impressionante e você vê em qualquer lugar. 

Outra coisa marcante é como eles são cuidadosos com seu estilo. Podem ter a personalidade que for, mas você irá notar uma quantidade bem maior de homens bem arrumados e preocupados com a aparência. Se ele faz um estilo mais esportivo, ainda assim estará muito bem vestido dentro daquele estilo. A condição econômica do país é excelente e isso se nota na quantidade de grandes lojas, restaurantes e bares incríveis, a qualidade do transporte público e a limpeza da cidade.

Definitivamente é "O LUGAR" para se inspirar e também se sentir um pouco inadequado. Difícil competir com eles. A H&M é a marca mais famosa do país, mas o que não falta é muito mais interessante como a Tiger of Sweden.

Chegando ao Sodra Bar.

VIDA NOTURNA E GASTRONOMIA
No verão tudo é festa né? E lá não é diferente. Muitos bares legais e descolados - especialmente na região onde me hospedei, Södermalm, que é famosa por ser descolada e abrigar muitos escritórios de design e moda e restaurantes descolados. 

Um pedacinho da área externa do Sodra Bar e sua vista

O bairro é digamos o que chamamos de trendy e hype. A área é tão cool que é conhecida como SOFO, em relação ao Soho de NYC. Um dos bares mais incríveis que visitei foi o Södra Bar que faz parte do Södra Teatern, uma mistura de teatro, bar, restaurante e casa noturna. Por lá você encontra shows, djs e um bar com a melhor vista da cidade e muita gente bonita, descolada e sueca. Não tem nada de turístico e quem me deu a dica foi uma atendente muito simpática no hostel. Já cheguei com a lista de exigências e ela foi certeira. Faixa etária acima dos 25 anos, mais para 30 em diante.



Saindo do bar e falando de coisa boa - comida - a Nytorget Urban Deli é uma espécie de supermercado orgânico maravilhoso - e caro - mas que vale a visita e você pode programar de ir tomar café da manhã, brunch ou almoçar lá no sábado. Point disputado e super cool.

A entrada da Nytorget Urban Deli

Padaria e outros quitutes frescos estão disponíveis, além do restaurante.

E de volta à curtição, há vários bares e baladas na região. Fui no Scandic Sergel Plaza, um hotel no Sofo que possui cerca de 4 bares no lounge, não cobraram entrada no dia, estava lotado de gente interessante e havia um perfil de público para cada ambiente. A música também mudava e um dos ambientes era uma balada. De toda forma, na região a noite ferve e você não terá dificuldades de encontrar algo interessante como .

Fim de noite na balada tem gente dormindo né? Mas não se engane. O local fechou às 2 da madrugada.

LUXO
Se você quiser conhecer um lado bem rico da cidade, ver carrões, gente bebendo muito champagne e pessoas extremamente bem vestidas, uma atmosfera mais esnobe, onde as grandes lojas se concentram, a dica é em Estocolmo Central você se dirigir até Norrmalm e Östermalm. São áreas que ficam lado a lado e certamente vão te deixar impressionado.

Também é possível almoçar, jantar, tomar café e fazer compras nem tão caras na região, mas o luxo está por lá.

Vista do café do Fotografiska. 

MUSEUS
A cidade tem uma quantidade enorme de museus, mas eu confesso que não fui em muitos. No entanto te aconselho a não perder em hipótese alguma a chance de visitar o Fotografiska, museu de fotografia que além de exposições incríveis possui um café no último andar com uma das vistas mais maravilhosas da cidade. Vale ficar lá tomando café e admirando a paisagem. A loja do museu também é muito bacana.

A vista do Fotografiska vale pelo menos 30 minutos do seu roteiro.

NEM TUDO SÃO FLORES
Eu tenho duas reclamações sobre a cidade. A primeira é que a qualidade dos serviços deixa a desejar em muitos bares e restaurantes. Poderia ser melhor especialmente nos pubs. Mesmo em lugares elegantes eles têm um hábito de expulsar o consumidor quando chega a hora de fechar. Não se assuste. É expulsar mesmo! Os seguranças chegam e dizem que você precisa ir embora naquele instante. Caso esteja tomando algo se prepare para virar a bebida e dar o fora. Foi assim em todos os lugares que fui à noite.

Acho que poderiam fazer isso de forma mais sutil, começar uma hora antes a suspender a bebida e depois acender as luzes para dar um sinal, mas a coisa rola de repente e nos pega meio de surpresa (nós turistas que não estamos acostumados com os horários de funcionamento).


A outra grande dificuldade que tive foi fazer contato com os suecos. Eles são extremamente reservados, solícitos quando você precisa de ajuda, mas achei até difícil pedir ajuda já que eles não estabelecem contato visual facilmente. Em quase uma semana eu não fiz sequer um amigo em Estocolmo que fosse de lá. E olha que eu sou uma pessoa que fala pelos cotovelos. Nem mesmo as crianças e bebês respondiam às minhas tentativas de contato.

Tirando essa parte da convivência social eu achei a cidade muito legal e voltaria com certeza para passar uns 15 dias. 

Conclusão: Escandinávia é muito cara, mas vale cada centavo.

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agosto 01, 2013

ESPECIAL: Encante-se por Copenhagen

Depois de sair da Noruega a vida nunca mais foi a mesma e a chegada à Dinamarca foi um pouco complicada, especialmente porque cheguei em um dia de grande festa e com a cidade curtindo uma mega ressaca do sábado à noite. A primeira dificuldade foi na estação central já que a sinalização era em dinamarquês e o centro de informação turística estava fechada por ser muito cedo. Como não havia ninguém para me ajudar eu procurei um café e descobri que não haveria transporte público para o local em que ficaria hospedada. O jeito foi pegar um táxi e gastar um pouquinho. 

Estação central

Domingo de ressaca: a cidade amanheceu vazia e aos poucos as pessoas iam aparecendo, mas era possível ver várias ainda terminando a noite anterior. 

Em termos de valores é bom saber que o país é mais em conta do que a Noruega e bem mais agitado. pelo menos Copenhagen né? De cara achei a cidade mais antiga e bagunçada e talvez eu estivesse apenas sentindo não ter ficado mais em Oslo, mas no fim das contas é verdade. Não me entenda mal, isso não tira os méritos de Copenhagen como cidade muito evoluída, segura, limpa e divertida, mas Oslo é Oslo. Aliás a cidade poderia contratar o Trends para fazer campanha né?


Em se tratando de hospedagem o hostel que fiquei era simplesmente fantástico em termos de instalações e localização. Recomendo ficar por lá ou em algum hotel próximo da região que é bem badaladinha e cheia de lojas badaladas pertinho. 



Estava cansada e sem muita vontade de fazer turismo, por isso aproveitei para caminhar sem rumo, sem pressa, curtir o comer e beber e papear sem compromisso. Mas se tem uma coisa que é mais interessante do que a diversão que a cidade pode proporcionar, com pessoas simpáticas e uma noite que vale a esticada, é o design de interiores. Móveis e utensílios domésticos nunca me pareceram tão lindos e desejáveis antes. Queria poder comprar e mobiliar toda uma casa.

Intervenção aparentemente artística, mas não encontrei o responsável para explicar a obra.

Em meio a tanta tradição e construções seculares surgem obras arquitetônicas modernas de parar o trânsito.

Não é nenhuma novidade que o país é uma das grandes referências escandinavas de design de móveis e iluminação. Pois se você puder gastar um pouco e tiver como transportar tudo em segurança, o Trends recomenda muito que faça compras por lá. E engana-se quem pensa que tudo é absurdamente caro. Na adorável Copenhagen os preços de muitas coisas são acessíveis (o que tornou a minha vida mais difícil por ter que resisitir). Especialmente se você pegar a temporada de liquidação em junho. 

Luminárias são uma tentação à parte na Dinamarca.

O design de interiores têm todo um apelo especial na Escandinávia. Atração a parte.

Fique atento a lojas locais e espaços de showroom que existem na região da famosa rua Strøget, o ponto imperdível para os consumidores afoitos. A rua possui todo tipo de comércio, mas próximo da região de Nyhavn as lojas são melhores e quanto mais você se aproxima da estação central, mais populares e sem graça elas vão ficando. 

Há ainda uma loja que visitei e concentra um pouco de tudo: roupas, sapatos, utensílios domésticos, iluminação, etc. Chama Magasin e é bem fácil de achar. Se tiver afim de um shopping rapidinho pode dar um pulo por lá. 



Recomendação: Nyhavn é uma área bem legal e me foi sugerida por um amigo que mora por lá. Foi lá que conheci duas meninas queridas e assisti a tradicional queima das bruxas, um evento tradicional que rola anualmente na cidade, e me deliciei com a comida, bebida e as cobertinhas para espantar o frio. Aliás, em se tratando de verão eu não vi nem o cheiro da estação por lá. Mas os bares e restaurante oferecem as cobertas e tudo fica mais fácil.

Barco faz todo o sentindo em Copenhagen e muitos prédios são melhor observados nos passeios de barco. Já a famosa escultura da sereia fica ainda menor.

Se for fazer um tour pela cidade eu sugiro fazer o de barco porque é uma forma diferente de ver, mas leve agasalho, especialmente porque a temperatura nos barcos tende a ser bem menor. No mais eu sugiro conferir os passeios culturais que eu infelizmente não conferi por estar meio cansada, mas dê uma olhada na programação e veja o que te interessa. Me recomendaram o The Danish Architecture Centre e não teve uma alma que tenha gostado de visitar a Carlsberg, mas se quiser fique à vontade.

Passeios de bike para quem tem forças.

No mais, faça um tour de bicicleta se tiver forças e o Trends deseja que você aproveite a hospitalidade, alegria e juventude que transbordam em Copenhagen. Coma, beba, sorria, caminhe, faça amigos e aproveite essa deliciosa cidade.

julho 20, 2013

ESTILO: A moda é... Clubmaster

Em temporada gringa desde 12 de junho, o Trends já observou e constatou muitas coisas e aos poucos vou compartilhando com vocês. Algumas "modas" pegam mais entre a moçada jovenzinha mesmo, mas outras circulam entre a galera estilosa de todas as idades.


É interessante observar os códigos da moda e as mensagens que certos modismos passam. Sem perigo algum de comprometer a sua imagem estão os óculos do momento no verão europeu: Clubmaster by Ray Ban. Ok. Não faltam imitações por aí e até grandes marcas se renderam.


Já falei aqui de como o Clubmaster é um óculos clássico e atemporal que você pode investir sem medo (investir mesmo porque a marca anda muito valorizada no Brasil e na gringa também). Difícil encontrar algum em promoção, mas na hora que bater aquela "pãoduragem" lembre-se que os acessórios são a forma mais simples de agregar valor e estilo a sua imagem.



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julho 14, 2013

ESPECIAL: Surpreenda-se com Oslo



Assim que cheguei à Noruega fui recebida com a mais pura generosidade e simpatia por todos os lados. No aeroporto, no ônibus, na loja de conveniência, nas ruas, nos restaurantes, e acredite se quiser, mas até OI de desconhecidos na rua acontecem.

Foi um choque cultural. Chegando de Paris onde raramente via um sorriso e já nem me lembrava como era um. Não há correria, as pessoas falam e olham pra você, te dão atenção e tentam te ajudar da melhor forma possível.

Dattera til Hagen: Noite descolada e divertida em Oslo.

No hostel conheci uma dupla fantástica de brasileiros, mas foi na rua que conheci a pessoas mais gentil possível. Enquanto me pegava perdida com uma brasileira e nos perguntávamos qual linha deveríamos pegar até o terminal central ela nos abordou e ofereceu ajuda. Saiu do seu caminho e nos levou e depois me convidou pra tomar uns chopps. Essa foi minha primeira noite em Oslo, uma baladinha super legal que chama Dattera til Hagen, cheia de jovens descolados e um rapper trendy que por lá tocava cheio de seguranças. Nascido no Peru e residente em New York ele era a atração da festa, mas eu confesso que não faço a mínima ideia de quem seja e não consegui descobrir.



No segundo dia eu pude ver OSLO e toda sua beleza. O sol saiu um pouco e a cidade fica ainda mais bonita. Natureza abundante e uma organização que não vi igual em nenhum outro lugar. Limpeza, educação, simplicidade de locomoção, um ar puro, uma gente gentil. A arquitetura é uma das melhores atrações de Oslo. Prédios modernos e de cair o queixo se erguem sem parar. A cidade está em ebulição no que diz respeito à construção civil. A região próxima à Ópera, que fica bem no centro, logo atrás da estação central é um canteiro gigante de obras. 

Os tons de verde são muitos, as pessoas deixam seu trabalho por um minutinho que seja para ajudar você a encontrar seu destino, e isso é algo que vai além da gentileza e não tem como não te deixar encantado e tocado. Coisas assim parecem simples, bobas, comuns, mas quando se está em um país tão diferente e não se compreende nada da língua (norueguês é um tanto quanto estranho para nós brasileiros e ler os nomes das ruas exige muita atenção) estas atitudes são um verdadeiro acalento e deixam você bem tranquilo com a certeza de que as pessoas estarão lá para ajudá-lo caso você precise.

Outra atração interessante é o ritmo das coisas e das pessoas. Os carros param para você passar - com calma - assim como os veículos do transporte público. Às vezes ficava confusa porque o sinal estava fechado para pedestres, mas o carro parava mesmo assim e esperava atravessar. Buzinas? Não ouvi nenhuma vez esse barulho em Oslo. Barulho é algo quase inexistente, não fossem os refugiados estrangeiros que são mais escandalosos e já são grande parte da população.

Jamais imaginei gostar da Noruega e que os noruegueses fosse pessoas tão alegres e acolhedoras, mas a vida é pra isso né? Surpreender-se e encantar-se. 

Tullins Café em Oslo: uma opção barata para os padrões noruegueses, mas com uma comida acima da média em termos de sabor. Pratos convencionais e outros nem tanto para os que gostam de provar novas combinações.

BONITO SAI CARO
No que diz respeito a riqueza ali também é parece ser o topo da pirâmide. Não se vê pessoas esbanjando muito por lá, mas de um modo geral as pessoas têm uma vida muito boa na Noruega e ganham mais do que em qualquer outro país, inclusive escandinavo. Conheci vários estrangeiros (até suecos) que estavam lá para tentar um trabalho e outros que já estavam morando lá. 

A riqueza do país se explica aparentemente pela descoberta de petróleo. Tudo é caro e não há muitas opções de hostel em Oslo, mas você será bem servido com as opções que existem. Ainda não consegui entender a economia norueguesa e como as pessoas ganham tão bem e as coisas custam tão caro. Tudo é caro e o orçamento já estourou na chegada. Poderia ter economizado mais, mas daí não teria curtido nada. Acho que vale sair e conhecer restaurantes, cafés, bares, afinal de contas, sem isso de que vale viajar?

Para que vocês tenham uma ideia dos custos eu cito alguns exemplos já com a conversão de junho/2013:
1 água mineiral 500 ml na loja de conveniência = R$ 8,00
1 café da manhã (croissant + café) = R$ 27,00
1 almoço / sanduíche + 1 refrigerante (lugar barato, mas bacana) = R$ 70,00
1 almoço / pasta + 1 cerveja (lugar barato, mas bacana) = R$ 95,00
Transporte liberado por 1 semana = R$ 110,00
Museus = Preço médio R$ 35,00
1 cerveja (bares e restaurantes) = R$ 25,00
Hostel, por noite em quarto compartilhado = R$ 100,00
Hotel simples = R$ 190,00

MOEDA
As Coroas Norueguesas são a moeda local e valem cerca de R$ 0,47. Pode levar o cartão de crédito ou usar o de débito de Euro ou Dólar que as casas de câmbio vendem. 
Usei o de Euro (já que meu orçamento estourou na chegada) e deu tudo certo. Usar cartão na Noruega é a coisa mais simples que já vi na vida. Você nem sente passando.

No museu da arquitetura uma instalação sensorial com casinhas de passarinhos espalhadas por toda a sala e sons característicos de cada espécie. Para crianças e adultos.

DESIGN
Se você é chegado em design - qualquer tipo de design - vai amar e ficar doido por lá. Eles são especialmente fascinados por coisas feitas para casa, já que passam muito tempo nelas devido ao frio. 
Há uma enormidade de produtos de todo tipo para casa (móveis, peças de decoração, louças, luminárias, etc. Lojas e mais lojas para babar e muitas com preços razoáveis. Comprar roupas e sapatos é mais caro do que peças para casa. Sapatos são especialmente caros. Bom seria importar os nossos para vender por lá.

Há uma grande variedade de empresas especializados em design de móveis, galerias de arte, museus específicos de arquitetura, arte moderna, contemporânea e design e pouco tempo para curtir e apreciar tudo. 

Vigeland's Park

Oslo é na minha opinião a melhor cidade para se visitar. Te recebe de braços abertos e faz de tudo para tornar a sua estadia a mais fantástica e positiva experiência. O escritório de informações turísticas 
oferece inúmeras possibilidades para que você economize na maioria dos programas, até mesmo nas compras. 

Definitivamente não sei qual a sensação de ir até lá no inverno, até porque no verão eu peguei alguns momentos de sol e muitos de frio e chuva, mas o legal foi ver o dia durando praticamente 24 horas. Anoitece suavemente por volta das 11 da noite e fica mais escurinho (não escuro de verdade) até umas 3 ou 4 horas e logo o dia já começa a regressar. Mais ao norte do país não há noite nesse período e no inverno é só o que há. São particularidades que podem afetar o humor das pessoas e definitivamente 
afetarão sua viagem como um todo. Acho que no verão (junho especificamente) é uma época bacana onde você tem a chance de ver as cores vivas da natureza de Oslo e também curtir um certo friozinho que acaba batendo.

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